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O PROBLEMA
A CONCEPÇÃO LIXO E
CIDADANIA
O PAPEL DO FÓRUM
PROPOSTAS DO FÓRUM
INSTITUIÇÕES QUE CRIARAM
O FÓRUM LIXO E CIDADANIA DO ESTADO DE SÃO
PAULO
TERMO
DE COMPROMISSO
O
PROBLEMA
Diariamente
o conjunto das residências do Estado de São
Paulo produz 20 mil toneladas dos mais diversos resíduos
que, misturados, se transformam em lixo. Grande parte
destes 20 milhões de quilos de lixo é
jogada ao ar livre, sem tratamento, nos lixões.
A gravidade dessa situação está
expressa no Inventário Estadual de Resíduos
Sólidos Domiciliares, realizado em 2000 pela
Cetesb/SMA/SP: dos 645 municípios paulistas,
metade joga seus resíduos a céu aberto,
em lixões, e são classificados como em
situação inadequada pelo relatório.
Em outros 20%, a situação é tida
como controlada. Apenas 30% dos municípios do
Estado apresentam condições de disposição
final do lixo avaliadas como adequadas.
O lixo depositado em locais irregulares pode provocar
doençasgraves como leptospirose, diarréia,
tifo e salmonelose, que atingem especialmente as crianças.
Além disso, contamina a água, o ar e o
solo, de forma muitas vezes irreversível.
Estudos indicam que da totalidade do material que polui
os mananciais do Estado, entre 20% a 30% são
relativos aos lançamentos e resíduos provenientes
dos depósitos irregulares de
lixo, carreados pela água da chuva. A disposição
inadequada do lixo agrava, portanto, a situação
desses reservatórios, muitos já numa situação
avançada de assoreamento e contaminação,
e contribui para a falta de água destinada ao
consumo dos habitantes das cidades do Estado de São
Paulo.
A existência dos lixões, associada à
pobreza da população, faz com que muita
gente viva no e do lixo. Muitas pessoas atingidas pelo
desemprego transformam-se em catadores de rua e de
lixões, dos quais retiram, diariamente, sua sobrevivência.
Segundo estimativas, 15 mil pessoas vivem nos e dos
lixões no Estado de São Paulo, número
que não inclui os catadores de rua, organizados
ou não em associações ou cooperativas.
Esse trabalho é feito em condições
extremamente precárias e indignas. Existem famílias
que trabalham misturadas ao lixo,em situação
de vulnerabilidade e alto risco. Entre esses trabalhadores
existem centenas de menores de 14 anos, isto é,
crianças,trabalhando na coleta e separação
de materiais recicláveis, arriscando-se a contrair
doenças graves e até mesmo morrer. Tão
grave quanto esse risco é o fato de que elas
não têm nenhuma perspectiva de integração
social como cidadãos dignos e com o direito a
um futuro menos incerto e mais feliz.
Essa situação se reproduz em todo o país.
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A
CONCEPÇÃO LIXO E CIDADANIA
O
enfrentamento da situação do trabalho
infantil na coleta de lixo já vinha sendo objeto
de iniciativas do Unicef desde 1994, por meio de experiências
inovadoras em cinco projetos realizados em municípios
do Norte e Nordeste.
Em 1998, uma pesquisa feita pelo Unicef revelou a existência
de 50 mil crianças e adolescentes vivendo no
e do lixo no Brasil. Para enfrentar essa realidade,
um conjunto de instituições – órgãos
públicos federais, organizações
não-governamentais, o Ministério Público,
igrejas e prefeituras com experiências em andamento
–, realizou um workshop e criou o Fórum
Nacional Lixo e Cidadania, que hoje envolve 49 parceiros.
A reflexão sobre essas experiências consolidou
uma nova forma de se tratar a gestão do lixo
nas cidades, batizada de Gestão Compartilhada
do Lixo Urbano, e inspirou o Programa Nacio-nal Lixo
e Cidadania, que propõe:
Retirar as crianças do trabalho no lixo, garantindo
a elas vagas nas escolas, atividades de complementação
escolar e bolsa-escola
Apoiar a organização autônoma
dos catadores, de forma a integrá-los em programas
de coleta seletiva, triagem, beneficiamento e comercialização
dos materiais recicláveis nos municípios
Incentivar a criação de programas de
recuperação de resíduos com inclusão
social
Erradicar os lixões e recuperar as áreas
degradadas pelo lixo
Em 1999, um ano após ter sido criado, o Fórum
Nacional lançou a campanha Criança no
Lixo Nunca Mais, para sensibilizar os governantes e
a sociedade com o propósito de que todas as
crianças e seus familiares tenham seus direitos
sociais efetivados e uma vida digna e mais humana.
Em 2000/2001, foi realizado o Concurso Interamericano
de Desenho ”Criança no Lixo Nunca Mais”,
do qual participaram mais de 15 mil crianças
de 471 municípios de todos os Estados
brasileiros, envolvendo o trabalho de 750 escolas nos
temas: lixo urbano, coleta seletiva e trabalho infantil
nos lixões.
Para a implementação desse Programa, o
Fórum Nacional Lixo e Cidadania tem desenvolvido
ações de mobilização social,
de organização e sistematização
das informações em banco de dados e de
apoio técnico, financeiro e político.
Inspirados nessa iniciativa, já foram instalados
no Brasil dezesseis Fóruns Estaduais e quinze
municipais. Todo esse empenho contribuiu para retirar
– desde o início da Campanha, em junho
de 1999, até dezembro de 2000 – treze mil
crianças do trabalho com o lixo e dos lixões
em todo o território nacional.
Entretanto, ainda há muito o que fazer. Existem
pelo menos 43 mil crianças que garantem a sua
sobrevivência com o lixo, trabalhando como catadores
nas ruas ou nos lixões do país. (Voltar
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O
PAPEL DO FÓRUM
Convergindo
com esses esforços, a Associação
Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental
de São Paulo, o Unicef, a Frente Parlamentar
Lixo e Cidadania da Assembléia Legislativa do
Estado de São Paulo e o Instituto de Estudos,
Formação e Assessoria em Políticas
Sociais – PÓLIS promoveram uma reunião
com trinta representantes da sociedade civil e do poder
público para que participassem como promotores
da realização do Encontro – Construindo
Compromissos para a Gestão Compartilhada do Lixo
do Estado de São Paulo, realizado nos dias 28
e 29 de novembro de 2001, onde foi criado o Fórum
Lixo e Cidadania do Estado de São Paulo.
O Encontro reuniu setenta instituições
que atuam nas áreas social e ambiental e os trabalhos
realizados na ocasião levaram à elaboração
de propostas para superar os seguintes desafios:
Erradicação do trabalho de crianças
e adolescentes na catação de resíduos
sólidos, nos lixões e nas ruas
Implantação de gestão sócio-ambiental
integrada e compartilhada dos resíduos sólidos,
incorporando a participação dos catadores
de recicláveis para implantar sistemas de reaproveitamento
de resíduos
Promoção da gestão de resíduos
sólidos, com educação sócio-ambiental,
com vistas à sua redução, reutilização
e reciclagem
Promoção da gestão interinstitucional,
com participação da sociedade, integrada
em nível regional, que garanta sua sustentabilidade
técnica e econômica
Este Fórum é composto pelas instituições
que dele se declararem participantes, e pode incorporar,
permanentemente, novas instituições de
interesse do Programa Nacional Lixo e Cidadania.
Ele está aberto para recolher contribuições
e promover a participação de outras instituições
e personalidades em suas atividades.
Tem como foco as municipalidades, na perspectiva de
uma atuação regional, sendo aberto à
participação de todos os atores que tenham
interesse em suas atividades, desde que se comprometam
com a Plataforma. É um espaço de formulação
e negociação de propostas de ação
entre seus componentes, garantindo-se às instituições
que o integram autonomia na execução das
ações decididas.
O Fórum deverá garantir mecanismos de
controle social no processo de implementação
das políticas públicas relacionadas à
gestão sócio-ambiental de resíduos
sólidos. Em especial, deverá assegurar
a aplicação criteriosa dos recursos do
Estado e dos municípios na resolução
dos problemas.
Por outro lado, esta rede é um instrumento de
democratização das informações
referentes às questões sócio-ambientais
que envolvem os resíduos sólidos no Estado
de São Paulo.
Desta forma, o Fórum se propõe a:
1. Mobilizar e sensibilizar a sociedade, articular os
diversos atores e fomentar a elaboração
de políticas públicas visando à
erradicação do trabalho de crianças
e adolescentes nos lixões e
nas ruas;
2. Sensibilizar prefeitos, órgãos e instituições
municipais e estaduais de desenvolvimento social para
os temas de interesse do Fórum;
3. Constituir-se em espaço permanente de articulação
de entidades, parceiros potenciais e colaboradores,
estimulando e apoiando a criação de fóruns
municipais e regionais;
4. Articular e incentivar políticas que promovam
o resgate da cidadania das famílias das crianças
e adolescentes retirados do trabalho de catação;
5. Divulgar e incentivar experiências de soluções
locais e regionais que promovam a eliminação
do trabalho infantil e a diminuição do
impacto ambiental pelo lançamento de resíduos
sólidos;
6. Formular e propor políticas de interesse do
Programa Lixo e Cidadania e mecanismos legais e institucionais
condizentes com sua implementação;
7. Articular a integração dos diversos
segmentos da comunidade no processo em prol da inclusão
social dos catadores;
8. Desenvolver propostas de políticas, programas
e legislação para a redução
da geração de resíduos sólidos
e substituição de materiais por outros
menos poluentes;
9. Apoiar o desenvolvimento de programas de capacitação
dos diferentes atores envolvidos na gestão sócio-ambiental
compartilhada de resíduos sólidos;
10. Promover o desenvolvimento do controle social da
gestão sócio-ambiental compartilhada de
resíduos sólidos;
11. Articular-se com os Fóruns Lixo e Cidadania
nacional, estaduais e municipais;
12. Influir na elaboração de políticas
públicas de resíduos sólidos integradas
nos níveis nacional, estadual e municipal;
13. Articular o desenvolvimento de mecanismos de financiamento
para os diferentes programas, com diretrizes que assegurem
a gestão sócio-ambiental compartilhada
de resíduos sólidos;
14. Articular e estimular a criação de
instrumentos facilitadores de gestão integrada;.
15. Promover a interlocução entre a sociedade
organizada – catadores, ONGs, associações
e cooperativas – com o Estado;
16. Contribuir para a elaboração de um
código de ética para o consumo responsável
e sustentável;
17. Promover discussões, debates e estudos relativos
aos aspectos tributários da reciclagem de resíduos
sólidos;
18. Viabilizar bases de dados técnicos, econômicos
e sócio-ambientais para a elaboração
de indicadores;
19. Apoiar o desenvolvimento de estudos técnicos
e tecnologias condizentes com o Programa Lixo e Cidadania;
20. Participar da discussão, no âmbito
internacional, sobre consumo responsável. (Voltar
ao Índice)
PROPOSTAS
DO FÓRUM
Erradicação
do trabalho de crianças e adolescentes na catação
de resíduos sólidos, nos lixões
e nas ruas
1. Erradicar com cidadania, até 2006, os lixões,
remediá-los e implantar aterros sanitários;
2. Retirar com cidadania todos os catadores dos lixões;
3. Promover a geração de trabalho e renda
para as famílias que sobrevivem dos materiais
recicláveis;
4. Promover ações que garantam condições
de moradia para as famílias que vivem no e do
lixo;
5. Criar condições básicas para
a integração, com cidadania, das crianças
e adolescentes que trabalham como catadores, garantindo-lhes
seu direito à saúde, à educação
e ao lazer e promovendo seu desenvolvimento integral;
6. Criar e garantir o acesso das crianças e adolescentes
que saiam do lixo às escolas, espaços
de vivência, equipamentos sociais, etc.;
7. Criar programas de capacitação, complementação
escolar e reabilitação dos jovens que
trabalham com catação;
8. Promover a substituição da renda cessante
do trabalho de crianças e adolescentes retirados
da catação por meio de compensações
à família e de programas sociais de integração
(bolsa-escola, bolsa criança cidadã, renda
cidadã, alfabetização de adultos
etc.);
9. Criar condições mais eficientes de
fiscalização do trabalho de crianças
e adolescentes;
10. Contribuir para reduzir a mortalidade infantil;
11. Constituir bancos de dados, com identificação
e cadastro das crianças, dos adolescentes e das
famílias envolvidas na catação,
com abrangência geográfica ampla, incluindo
os condomínios periféricos.(Voltar
ao Índice)
Implantação de gestão sócio-ambiental
integrada e compartilhada dos resíduos sólidos,
incorporando a participação dos catadores
de recicláveis para implantar sistemas de reaproveitamento
de resíduos
1. Promover a elaboração de um diagnóstico
da situação dos resíduos sólidos
do Estado de São Paulo, com abordagem sócio-ambiental;
2. Desenvolver política pública de resíduos
sólidos que garanta a inclusão social
e institucional dos catadores;
3. Estimular e criar mecanismos de participação
da comunidade na gestão compartilhada de resíduos
sólidos;
4. Combater a discriminação e promover
a valorização do trabalho social do catador,
como parte da solução ambiental dos resíduos
sólidos;
5. Criar estratégias para desenvolver uma estrutura
de mercado de recicláveis que viabilize a sustentação
e atuação das organizações
de catadores nessa cadeia produtiva;
6. Promover o desenvolvimento e a disseminação
de tecnologias, nos processos de produção
de bens e no de reciclagem, que minimizem os impactos
sobre o ambiente e a saúde humana e potencializem
o desenvolvimento social;
7. Capacitar os catadores em associativismo e cooperativismo;
8. Articular e integrar as ações de governo
para atender às demandas relativas à organização
dos catadores;
9. Reconhecer e valorizar o trabalho do catador como
essencial nos sistemas públicos de coleta e reaproveitamento
de materiais, bem como na qualidade de prestador de
serviços;
10. Incorporar os catadores nos sistemas de coleta seletiva
e na cadeia da reciclagem;
11. Criar condições de funcionamento para
as associações e cooperativas de catadores,
oferecendo-lhes acesso a infra-estrutura, capacitação
e logística;
12. Contribuir para a geração de emprego
e renda para as famílias que vivem no e do lixo,
inclusive remunerando-as pelo trabalho que realizam;
13. Criar comissões intersecretarias estaduais
e municipais para a implementação da gestão
sócio-ambiental compartilhada de resíduos
sólidos;
14. Criar conselhos gestores municipais ou distritais
para a gestão sócio-ambiental compartilhada
de resíduos sólidos;
15. Contribuir para a descentralização
de recursos públicos, possibilitando o acesso
a eles das associações e cooperativas
de catadores;
16. Flexibilizar linhas de crédito oficiais semelhantes
às do Banco do Povo, para garantir a acessibilidade
das associações e/ou cooperativas de catadores;
17. Apoiar a implementação da gestão
descentralizada em municípios de porte médio
e grande, em conformidade com a Política Nacional;
18. Desenvolver programa de capacitação
de gestores municipais em conformidade com o Programa
Lixo e Cidadania. (Voltar
ao Índice)
Promoção
da gestão de resíduos sólidos,
com educação sócio-ambiental,com
vistas à redução, à reutilização
e à reciclagem
1.
Implementar programas de sensibilização
e capacitação para a redução
da geração de resíduos;
2. Apoiar a implementação de sistemas
de segregação de resíduos perigosos
nas fontes geradoras, na perspectiva futura de sua não-geração;
3. Apoiar e desenvolver programas de educação
social, ambiental e sanitária continuada para
os diversos segmentos da sociedade;
4. Buscar a sustentabilidade através da integração
dos diversos serviços públicos;
5. Estimular ações que levem ao compartilhamento
de esforços e recursos entre municípios
vizinhos para a destinação final de resíduos
sólidos, para sua reutilização
e reciclagem;
6. Combater e recusar o uso de embalagens poluidoras;
7. Apoiar e desenvolver programas de redução
da geração de resíduos;
8. Promover a elaboração, e divulgá-lo
amplamente, de um diagnóstico sobre todos os
tipos de resíduos existentes no Estado de São
Paulo;
9. Promover a criação de um “selo”
para as empresas responsáveis e éticas
na geração e disposição
de seus resíduos
10. Estimular a criação de um serviço
“SOS Lixo e Cidadania” que congregue a administração
pública e a iniciativa privada.
(Voltar ao Índice)
Promoção da gestão interinstitucional,
com participação da sociedade, integrada
em nível regional, que garanta sua sustentabilidade
técnica e econômica
1.
Apoiar e promover a integração das ações
do Estado e dos municípios na gestão sócio-ambiental
integrada e compartilhada de resíduos sólidos;
2. Promover a integração das políticas
de resíduos sólidos com as de saneamento
básico, privilegiando soluções
que apontem para uma gestão sócio-ambiental
compartilhada;
3. Promover a articulação regional e a
formação de consórcios intermunicipais
para a solução dos problemas relacionados
à gestão dos resíduos sólidos;
4. Apoiar e promover a criação de instâncias
regionais de articulação e acompanhamento,
articulando órgãos da administração
pública estadual com os dos municípios
e a sociedade;
5. Envolver todas as secretarias municipais na gestão
dos resíduos;
6. Promover a troca de experiências entre os atores
e as regiões;
7. Comprometer todos os atores envolvidos com resíduos
sólidos (saúde, educação,
desenvolvimento urbano, meio ambiente, saneamento, desenvolvimento
social etc.) na sua gestão;
8. Definir linhas de financiamento que privilegiem um
enfoque multidisciplinar e interinstitucional de uma
gestão integrada e compartilhada dos resíduos
sólidos;
9. Incentivar a implantação de coleta
seletiva nos 645 municípios do Estado;
10. Definir critérios que priorizem soluções
intermunicipais para os resíduos sólidos;
11. Criar mecanismos e instrumentos econômico-financeiros
e incentivos fiscais que dinamizem o mercado solidário
de materiais recicláveis;
12. Promover a implementação dos órgãos
ambientais municipais de execução, controle
e fiscalização, e integrar suas ações
no campo do saneamento ambiental (água, esgotos,
resíduos e meio ambiente);
13. Constituir um banco de dados sobre tecnologias públicas
e patenteadas para tratamento e reciclagem de resíduos
sólidos. (Voltar
ao Índice)
INSTITUIÇÕES
QUE CRIARAM O FÓRUM LIXO E CIDADANIA DO ESTADO
DE SÃO PAULO
Associação Técnica Brasileira das
Indústrias Automáticas de Vidro - ABIVIDRO
Água e Vida – Centro de Estudos de Saneamento
Ambiental
Amigos do Lixo – Guaratinguetá
Arte Ambiental do Sapucaí Mirim
Associação Brasileira de Engenharia
Sanitária e Ambiental - ABES / São Paulo
Associação Brasileira de Engenharia
Sanitária e Ambiental - ABES / Campinas
Associação Brasileira de Engenharia
Sanitária e Ambiental - ABES / Franca
Associação Brasileira de Engenharia
Sanitária e Ambiental - ABES / Itapetininga
Associação Brasileira de Engenharia
Sanitária e Ambiental - ABES / Lins
Associação Brasileira de Músicos
Evangélicos – ABRAME
Associação de Catadores de Materiais
Recicláveis da Vila Esperança - AVEMARE
Associação dos Engenheiros da Sabesp
– AESABESP
Associação dos Funcionários do
Conglomerado Banespa e Cabesp - AFUBESP
Associação dos Profissionais Universitários
da Sabesp – APU
Associação Nacional de Municípios
do Meio Ambiente – ANAMMA
Associação Nacional do Serviços
Municipais de Saneamento – ASSEMAE
Caixa Econômica Federal
Câmara Técnica de Saneamento - CBH-AT
Centro Comunitário Mario Gessulo – CECOMAGE
Centro de Convivência Infantil Criança
Feliz - CCI
Centro de Estudos e Apoio ao Desenvolvimento, Emprego
e Cidadania/Sorocaba - CEADEC
Centro de Vigilância Sanitária –
CVS DIR I
Centro de Estudos e Pesquisas de Administração
Municipal – CEPAM
Comissão de Defesa do Meio Ambiente da Assembléia
Legislativa de São Paulo
Comitê Betinho dos Funcionários do Banespa
Ação e Cidadania
Companhia de Saneamento Básico do Estado de
São Paulo – SABESP
Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental –
CETESB
Condomínio Conjunto Nacional
Conselho Estadual de Saneamento – CONESAN
Cooperativa de Reciclagem de Matéria Prima
de Embu – COOPERMAPE
Cooperativa de Reciclagem de Papel, Papelão
e Material Reaproveitável – COORPEL
Cooperativa de Catadores de Papel, Papelão
e Material Reaproveitável - COOPAMARE
Cooperativa de Reciclagem de Sorocaba - CORESO
Cooperativa de Reciclagem Unidos pelo Meio Ambiente
de Poá – CRUMA
Cooperativa Ecumênica de Moradores de Rua
Cooperativa Popular de Reciclagem e Prestação
de Serviço
Divisão Regional de Assistência Social
Piracicaba – DRADS
Ecopol Indústria e Comércio –
ECOPOL
Escola Experimental Casa das Mangueiras
Escola Politécnica – Departamento de
Engenharia Metalúrgica e Materiais- USP
Faculdade de Saúde Pública – USP
Federação das Indústrias do Estado
de São Paulo – FIESP
Fórum Lixo e Cidadania da Cidade de São
Paulo
Fórum Nacional Lixo e Cidadania
Fórum Paulista PETI – Programa de Erradicação
do Trabalho Infantil
Fórum Recicla São Paulo
Frente Parlamentar da Assembléia Legislativa
de São Paulo
Greenpeace
Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor –
IDEC
Instituto Castro Alves
Instituto de Capacitação Comunitária
– ICC
Instituto de Estudos, Formação e Assessoria
em Políticas Sociais – PÓLIS
Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado
de São Paulo S/A - IPT
Instituto Fênix de Cidadania e Meio Ambiente
– Birigui
Instituto GEA – Ética e Meio Ambiente
Ministério da Justiça
Ministério do Meio Ambiente - MMA
Ministério Público – Centro de
Apoio Operacional das Promotorias da Justiça
da Infância
Ministério Público do Trabalho
Ministério Público Federal
Ministério Público Federal/Marília-SP
Organização de Auxílio Fraterno
- OAF
Prefeitura Municipal de Cesário Lange
Prefeitura Municipal de Embu
Prefeitura Municipal de Jaboticabal
Prefeitura Municipal de Mauá
Prefeitura Municipal de Morro Agudo
Programa Permanente de Aproveitamento Racional de
Resíduos Sólidos - PARES
Projeto Reciclar 2000 Regional
Projeto Vira Lata
Secretaria da Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento
Econômico e Turismo do Estado de São Paulo
Secretaria de Justiça e Defesa da Cidadania
– Assessoria de Defesa da Cidadania
Secretaria de Recursos Hídricos, Saneamento
e Obras – SHRSO
Secretaria do Emprego e Relações do
Trabalho do Estado de São Paulo - SERT
Secretaria Estadual de Assistência e Desenvolvimento
Social - SEADS
Secretaria Municipal de Assistência Social Santana
do Parnaíba - SMAS
Serviço de Abastecimento de Água e Esgoto
- Atibaia - SAAE
Sindicato dos Engenheiros do Estado de São
Paulo – SEESP
Sindicato dos Engenheiros do Estado de São
Paulo - SEESP Taubaté
Sindicato dos Engenheiros do Estado de São
Paulo – SEESP Baixada Santista
Sindicato dos Trabalhadores em Água, Esgoto
e Meio Ambiente -SINTAEMA
Sub-Comitê de Bacia Hidrográfica Cotia
– Guarapiranga
Sub-Comitê de Bacia Hidrográfica Juqueri
– Cantareira
UNICAMP – FEC – Departamento de Saneamento
e Meio Ambiente
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