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Estudo do Banco Mundial identifica necessidades do abastecimento rural PDF Imprimir E-mail
Ter, 19 de Abril de 2011 12:19

No dia 5 de abril de 2011, a ABES-SP realizou uma reunião para apresentação de um estudo desenvolvido pelo Banco Mundial, que objetiva avaliar experiências de gestão de serviços de abastecimento de água no meio rural do país. Esta avaliação de gestão dos serviços de água buscou pontos positivos e negativos de cada exemplo avaliado, para a construção de um cenário de referência para que seja feita uma gestão sustentável dos serviços no meio rural.

Para Juliana Garrido, gerente de Infraestrutura do Banco Mundial, este estudo tem muita relevância para apontar um modelo de gestão eficaz. "O estudo é estratégico para o Banco, uma vez que auxilia identificar as ferramentas e arranjos necessários para o desenvolvimento de modelos de gestão sustentáveis para o meio rural", explica.

O resultado da avaliação institucional estadual mostra que o estado do Ceará é o que reúne a maioria das condições para um quadro institucional que permite a sustentabilidade do SISAR – Sistema de Integração do Saneamento Rural.

Para Ana Lucia Brasil, coordenadora da Câmara Técnica de Saneamento e Saúde em Comunidades Isoladas, o Banco chegou à conclusão de que: ou você atende as comunidades isoladas, ou não dá para falar que universalizou o serviço de água no Brasil. "Para nós, na visão da Câmara, o Banco Mundial é um parceiro que se interessa pelos programas que estão sendo desenvolvidos em diversos países no mundo", avalia.

Conforme ela, o papel da Câmara é colaborar, chamando pessoas para discutir essas questões. "Não podemos deixar que pessoas habitantes de comunidades isoladas fiquem de fora da lei que garante que a água potável é um direito de todos", ressalta.


De acordo com a coordenadora, projetos como este, demandam comunicação com a população para que ela entenda como é feita uma obra de saneamento e a importância de seu funcionamento. "Não podemos simplesmente fazer só as obras, é necessário chegar à casa dessas pessoas e trocar ideias sobre a importância disso. A comunicação e a educação sanitária no processo de abordagem da população é muito importante em projetos sociais", salienta.

Chegou-se à conclusão, com a realização do estudo, que o modelo multi-comunitário – que atende mais de uma comunidade em parceria com empresas, governo e outras instituições – se revelou uma solução eficaz e que pode ser replicada para diversas regiões do país.

De acordo com Juliana, os exemplos do modelo multi-comunitário em geral apresentaram um padrão de serviço e tecnologia bastante adequados, e a sustentabilidade financeira também ficou próxima do desejável. "O que ficou bastante aquém da qualidade deste modelo foi a divulgação do regulamento do serviço", observa.

Para a gerente, as boas práticas de gestão isolada mostram que é possível o incentivo a este modelo, desde que agregado à capacitação e uma assistência técnica contínua. O produto final do trabalho pretende contribuir  para o debate de quais são os aspectos relevantes que devem fazer parte da construção de modelos de gestão sustentáveis e que possam ter sucesso e replicação.

Segundo Juliana, a avaliação feita sobre o nível federal revela que falta uma política pública clara e institucionalizada que vise a universalização sustentável do abastecimento de água no meio rural. "Nesta esfera, é patente a falta de coordenação das ações entre os diversos organismos que aplicam recursos neste segmento. Sentimos falta, ainda, de incentivo à gestão eficiente e sustentável", conclui ela.

 
ETE personalizada beneficia o programa "Minha Casa Minha Vida" PDF Imprimir E-mail
Qua, 13 de Abril de 2011 21:45

A Mizumo - unidade de negócios do Grupo Jacto e referência em estações compactas para tratamento de esgoto sanitário (ETEs) – lançou, em São Paulo, SP, a solução Mizumo Customer, que beneficia as unidades habitacionais do programa Minha Casa Minha Vida, criado pelo Governo Federal..

O Mizumo Customer é recomendado para tratar o esgoto sanitário de projetos especiais e, além de beneficiar as unidades habitacionais do programa Minha Casa Minha Vida, é indicado para outros empreendimentos, dentre eles, pequenas comunidades, bairros planejados, vilas e povoados rurais, bem como as concessionárias de serviços de saneamento ambiental públicas e privadas. O lançamento também é apropriado para as obras que serão realizadas no Brasil para a Copa do Mundo de 2014 e Jogos Olímpicos de 2016.

A solução pode atender a uma população equivalente a 20 mil habitantes, ou seja, uma vazão de até 35 litros de esgoto/segundo - a possibilidade de atender vazões superiores será analisada, caso a caso, pela equipe de engenharia de aplicação da Mizumo.

Quando necessário, a empresa indica também os equipamentos periféricos, dentre eles, Estação Elevatória de Esgoto (EEE), gradeamentos mecanizados, sistemas de difusão de ar, geradores de energia, filtros, queimadores de biogás, controle/automação, desinfecção por cloro e ultravioleta.

A flexibilidade industrial e o domínio de tecnologias permitem à empresa desenvolver ETEs únicas, inteiramente adequadas às necessidades de cada empreendimento e com padrão de produção que garante rapidez na implantação do sistema. "Cada caso é estudado pela equipe de engenheiros da Mizumo, porém é possível ter estações compactas em funcionamento nas unidades habitacionais do programa Minha Casa Minha Vida entre um e nove meses, dependendo do porte do empreendimento e do tempo de execução das obras de infraestrutura necessárias", explica Giovani Toledo, gestor da unidade de negócios Mizumo.

O Mizumo Customer é robusto, tem baixo custo operacional, garantia, suporte técnico e traz vantagens ambientais: a água tratada tem qualidade e eficiência para ser reutilizada em fins não potáveis ou retornar sem riscos à natureza. Além disso, requer pouco espaço físico para instalação: de 0,5 a 2,0 m²/m³ de esgoto/dia.

"Temos uma ótima expectativa com esta solução, até porque a construção sustentável está no seu melhor momento, sendo impulsionada pelo aumento dos investimentos em habitação e por exigências mais rigorosas em questões ligadas ao meio ambiente. A Mizumo tem know-how e competência para atender com eficiência a esse nicho de mercado", afirma Toledo.

A ETE pode atender a uma população equivalente a 20 mil habitantes (Foto: Mizumo)

 
Programa Aplique Bem inicia treinamento sobre a correta utilização de agrotóxicos PDF Imprimir E-mail
Qua, 13 de Abril de 2011 21:18

A Arysta LifeScience, especializada no mercado de proteção de plantas e ciências da vida, em parceria com o IAC – Instituto Agronômico de Campinas, reforça em 2011 os treinamentos sobre a correta utilização de defensivos agrícolas, iniciativa que proporciona proteção ambiental e humana, além de contribuir para a redução de custo de produção.

Entre os dias 5 e 19 de Abril, o Programa Aplique Bem estará nas cidades de Sinop, Sorriso, Boa Esperança, Tapurah, Lucas do Rio Verde, Nova Mutum, Campo Novo do Parecis, bem como Sapezal, Campo Verde e Pedra Preta, interior do Mato Grosso, com o laboratório Tech Móvel visando conscientizar os produtores rurais sobre os benefícios da utilização correta e racional dos agrotóxicos.

Durante o treinamento, os agricultores terão acesso a informações sobre o uso adequado e seguro de defensivos agrícolas; a utilização correta de EPI’s – Equipamentos de Proteção Individual e a regulagem dos pulverizadores, reduzindo os riscos de impacto ambiental e à saúde humana.

De acordo com o Censo Agropecuário do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas, 56% das propriedades rurais do país, em um total de 1,4 milhão, utilizam defensivos de forma inadequada. Assim, com o programa, estima-se que o treinamento correto desses trabalhadores represente uma redução de 90% nos riscos de contaminação e prejuízos ao meio ambiente e à saúde humana, além de colaborar economicamente com o produtor.

“O grande diferencial do programa está em trabalhar com o tripé equipamento, pessoas e pulverização, que são os elementos fundamentais para uma correta aplicação: um equipamento regulado, com pessoas capacitadas e uma pulverização dentro das condições ambientais e técnicas recomendadas resultam em um uso racional e correto”, explica Líria Hosoe, coordenadora de Stewardship e Registro da Arysta LifeScience.

A iniciativa começou com produtores de hortifruti no interior de São Paulo, mas hoje o Aplique Bem atende todo o Brasil e atua em diferentes culturas, tornado-se um importante projeto para educação de produtores rurais. O programa percorre a estrada há três anos e já ultrapassou a marca de 500 propriedades visitadas, treinando mais de 13 mil produtores em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, assim como Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul Bahia, Alagoas, Paraíba, Rio Grande do Norte e Pernambuco. 

 Próximas cidades

 Sinop – 5/04

Sorriso – 6/04

Boa Esperança – 7/04

Tapurah - 8/04

Lucas do Rio Verde – 11/04

Nova Mutum – 12/04

Campo Novo do Parecis – 13/04

Sapezal – 14/04

Campo Verde – 18/04

Pedra Preta – 19/04

O laboratório Tech Móvel visa conscientizar os produtores rurais sobre os benefícios da utilização correta e racional dos agrotóxicos (Foto: Arysta Life Science)

 

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O encontro contou com a participação de, aproximadamente, 60 pessoas, que foram contempladas com o acesso cortesia, durante um mês, ao acervo digital da RMAI que reúne, na íntegra, todas as edições da publicação

 

 

A revista Meio Ambiente Industrial, a Interação Ambiental e a Ambientepress Comunicação reforçaram, mais uma vez, a missão de veículos difusores e articuladores de boas práticas ambientais com o “Encontro Técnico PNRS – Política Nacional de Resíduos Sólidos”, realizado ontem, dia 11 de abril, na sede do CRQ IV – Conselho Regional de Química de São Paulo.

Com quatro palestrantes altamente qualificados e inseridos no tema, as apresentações primaram pela interatividade entre congressistas e ministrantes. Fernando Altino, sócio consultor da Interação Ambiental, conferiu aos presentes um contexto histórico preciso envolvendo o setor de resíduos no Brasil, bem como a classificação quanto ao grau de periculosidade, quanto à destinação, origem e logística dos insumos. Para ele, os principais mecanismos da PNRS envolvem a:

·         HG – Hierarquia na Gestão;

·         LR – Logística Reversa;

·         RC – Responsabilidade Compartilhada;

·         IE – Incentivos Econômicos;

·         PG – Plano de gerenciamento;

Carlos Roberto Vieira da Silva Filho, diretor executivo da Abrelpe – Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais, citou os dados mais atuais sobre a geração de resíduos sólidos urbanos no Brasil, que obteve uma alta de 7,7%, passando de 52.933.296 toneladas ao ano, em 2008 para 57.011.136 t/ano em 2009. A coleta destes resíduos, entretanto, obteve uma alta superior no mesmo período, com 8,0%, atingindo 50.258.208 t/ano. De acordo com ele, o governo federal, embasado nas diretrizes da PNRS, deve aumentar substancialmente os investimentos no setor. Em 2009, por exemplo, a despesa média municipal para fazer frente a todos os serviços de limpeza urbana (coleta, transporte, destinação final, varrição, capina, bem como limpeza de vias e logradouros) foi de, apenas, R$ 9,27 por habitante ao mês.

O encontro contou com a participação de, aproximadamente, 60 pessoas, que foram contempladas com o acesso cortesia, durante um mês, ao acervo digital da RMAI que reúne, na íntegra, todas as edições da publicação

A revista Meio Ambiente Industrial, a Interação Ambiental e a Ambientepress Comunicação reforçaram, mais uma vez, a missão de veículos difusores e articuladores de boas práticas ambientais com o “Encontro Técnico PNRS – Política Nacional de Resíduos Sólidos”, realizado ontem, dia 11 de abril, na sede do CRQ IV – Conselho Regional de Química de São Paulo.

Com quatro palestrantes altamente qualificados e inseridos no tema, as apresentações primaram pela interatividade entre congressistas e ministrantes. Fernando Altino, sócio consultor da Interação Ambiental, conferiu aos presentes um contexto histórico preciso envolvendo o setor de resíduos no Brasil, bem como a classificação quanto ao grau de periculosidade, quanto à destinação, origem e logística dos insumos. Para ele, os principais mecanismos da PNRS envolvem a:

  • HG – Hierarquia na Gestão;
  • LR – Logística Reversa;
  • RC – Responsabilidade Compartilhada;
  • IE – Incentivos Econômicos;
  • PG – Plano de gerenciamento;

Carlos Roberto Vieira da Silva Filho, diretor executivo da Abrelpe – Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais, citou os dados mais atuais sobre a geração de resíduos sólidos urbanos no Brasil, que obteve uma alta de 7,7%, passando de 52.933.296 toneladas ao ano, em 2008 para 57.011.136 t/ano em 2009. A coleta destes resíduos, entretanto, obteve uma alta superior no mesmo período, com 8,0%, atingindo 50.258.208 t/ano. De acordo com ele, o governo federal, embasado nas diretrizes da PNRS, deve aumentar substancialmente os investimentos no setor. Em 2009, por exemplo, a despesa média municipal para fazer frente a todos os serviços de limpeza urbana (coleta, transporte, destinação final, varrição, capina, bem como limpeza de vias e logradouros) foi de, apenas, R$ 9,27 por habitante ao mês.

Em seguida, Fernando Tabet, especialista em direito ambiental e sócio do escritório Tabet Advogados, citou um histórico das principais legislações voltadas à conservação ambiental, como a Lei 7.802/1989, sobre a destinação correta de embalagens de agrotóxicos, a resolução 401/2008 do Conama – Conselho Nacional de Meio Ambiente, a respeito do trato de pilhas e baterias usadas, entre outras que tangem o destino adequado de pneus, lâmpadas de mercúrio, garrafas PET, assim como óleo lubrificante, resíduos do serviço de saúde, da construção civil e industriais. O especialista ainda esclareceu pontos obscuros quanto ao conceito de logística reversa, responsabilidades administrativas, criminais e civis e, ainda, reparação de danos ambientais.

O evento ainda reservou a presença de José Valverde, secretário parlamentar do deputado federal Arnaldo Jardim, cujo grupo de trabalho liderou as discussões a cerca da criação e regulamentação da PNRS. Com isso, Valverde falou sobre as reuniões e acordos setoriais e o Comitê Orientador de Logística Reversa.

O encontro, que contou com o apoio do CRQ-IV Região, foi considerado muito bem-sucedido pelos organizadores. Estiveram presentes, aproximadamente, 60 pessoas, que foram contempladas com o acesso cortesia, durante um mês, ao acervo digital da RMAI que reúne, na íntegra, todas as edições da publicação. A organização sorteou, ainda, uma assinatura anual da revista.

Em seguida, Fernando Tabet, especialista em direito ambiental e sócio do escritório Tabet Advogados, citou um histórico das principais legislações voltadas à conservação ambiental, como a Lei 7.802/1989, sobre a destinação correta de embalagens de agrotóxicos, a resolução 401/2008 do Conama – Conselho Nacional de Meio Ambiente, a respeito do trato de pilhas e baterias usadas, entre outras que tangem o destino adequado de pneus, lâmpadas de mercúrio, garrafas PET, assim como óleo lubrificante, resíduos do serviço de saúde, da construção civil e industriais. O especialista ainda esclareceu pontos obscuros quanto ao conceito de logística reversa, responsabilidades administrativas, criminais e civis e, ainda, reparação de danos ambientais.

O evento ainda reservou a presença de José Valverde, secretário parlamentar do deputado federal Arnaldo Jardim, cujo grupo de trabalho liderou as discussões a cerca da criação e regulamentação da PNRS. Com isso, Valverde falou sobre as reuniões e acordos setoriais e o Comitê Orientador de Logística Reversa.

O encontro, que contou com o apoio do CRQ-IV Região, foi considerado muito bem-sucedido pelos organizadores. Estiveram presentes, aproximadamente, 60 pessoas, que foram contempladas com o acesso cortesia, durante um mês, ao acervo digital da RMAI que reúne, na íntegra, todas as edições da publicação. A organização sorteou, ainda, uma assinatura anual da revista.

 
Estado apresenta Inventário de emissões de GEE no período de 1990 a 2008 PDF Imprimir E-mail
Qua, 13 de Abril de 2011 20:39

No próximo dia 20 de abril de 2011, às 10h, acontece no auditório Augusto Ruschi, na sede da Cetesb - Companhia Ambiental do Estado de São Paulo e da SMA - Secretaria Estadual do Meio Ambiente, a apresentação do 1º Inventário de Emissões Antrópicas de Gases de Efeito Estufa (GEE) Diretos e Indiretos do Estado de São Paulo – Período 1990 a 2008. O auditório fica na Av. Prof. Frederico Hermann Jr., 345 – Alto de Pinheiros, Prédio 1, 1º andar.

A elaboração do documento foi coordenada e realizada pelo Programa Estadual de Mudanças Climáticas – PROCLIMA, da CETESB e da SMA, com apoio da Embaixada Britânica no Brasil, e é parte fundamental do compromisso assumido por São Paulo de participar ativamente dos esforços de proteção do sistema climático global e de promover a transição para uma economia de baixo carbono no estado.

O Inventário contém estimativas de emissões de GEE ocorridas no território paulista entre 1990 e 2008, com base na metodologia aprovada pelo Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas – IPCC, da Organização das Nações Unidas - ONU. As estimativas incluem não apenas os seis gases listados pelo Protocolo de Kyoto (CO2, CH4, N2O, PFCs, HFCs, SF6), mas também os CFCs e HCFCs, gases destruidores da camada de ozônio, regulamentados pelo Protocolo de Montreal e com alto potencial de aquecimento global.

O Inventário é parte da Comunicação Estadual, que traça um perfil demográfico, econômico e ambiental do Estado de São Paulo, bem como os instrumentos de política climática existentes. A Política Estadual de Mudanças Climáticas de São Paulo-PEMC (Lei Estadual nº 13.798/2009), que tem por objetivo geral estabelecer o compromisso do Estado frente aos desafios das mudanças climáticas globais, dispor sobre as condições para as adaptações necessárias aos impactos derivados das mudanças climáticas e contribuir para reduzir ou estabilizar a concentração de GEE na atmosfera, determina uma meta de redução de CO2 da ordem de 20%, abaixo das emissões de 2005, a ser atingida no ano de 2020.

O documento será elaborado com periodicidade quinquenal, obedecendo à metodologia internacional definida pelo IPCC, também utilizada no inventário nacional, de forma a gerar informações que sejam comparáveis nacional e internacionalmente e que permitam quantificar as emissões do estado no contexto global.

O Inventário foi desenvolvido por um grupo de trabalho composto por instituições especializadas que, sob coordenação do PROCLIMA, buscaram estimar as emissões geradas por cada um dos seis setores definidos pelo IPCC. As instituições contratadas para a realização das estimativas setoriais foram: Ciclo Ambiental – Energia (abordagem setorial e de referência); EMBRAPA – agropecuária; FUNCATE – uso da terra, mudança de uso da terra e florestas; Instituto Mauá de Tecnologia – gases refrigerantes e transportes; CETESB – resíduos e efluentes.

Além destas empresas, o grupo de trabalho contou com o fundamental apoio de cerca de 100 instituições e 300 especialistas que contribuíram com dados, informações técnicas e estimativas, tais como INPE, Petrobras, FIESP, ABAL, ABIQUIM, ABCP, Secretaria de Energia do Estado de São Paulo, entre outros. Este método de trabalho em rede permitiu a geração de informações de alta qualidade, aproveitando a “expertise” das instituições selecionadas, além de oferecer ao Inventário maior legitimidade e transparência.

 
SEMINÁRIO MUDANÇAS CLIMÁTICAS E AS INTERFACES COM O SANEAMENTO PDF Imprimir E-mail
Sex, 08 de Abril de 2011 18:04
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Especialista da ABES-SP faz parte da comissão julgadora do 6º Prêmio FIESP de Conservação e Reuso de Água PDF Imprimir E-mail
Seg, 21 de Fevereiro de 2011 15:03

A diretora da ABES-SP, Tânia Gasi, é uma das integrantes da Comissão Julgadora do Prêmio FIESP de Conservação e Reuso de Água, que este ano está em sua sexta edição. O objetivo do concurso é promover as práticas de uso eficiente da água e incentivar a redução do consumo, gerando benefícios ambientais, econômicos e sociais para o setor produtivo. Para Tânia, trata-se de uma iniciativa muito importante para todos, uma vez que o prêmio incentiva as indústrias à investirem em um bem que é essencial para o Planeta, para a sociedade e para as empresas em particular. “Ressalto que o prêmio também revela iniciativas inovadoras nessa área. Além disso, o interesse crescente das empresas mostra o potencial da difusão das ideias e, por sua vez, gera um impacto importante para a consolidação das ações positivas em prol da qualidade ambiental como um todo”, declarou Tânia. A entrega do prêmio será no dia 22 de março de 2011 - em comemoração ao Dia Mundial da Água -, na sede da Fiesp, em São Paulo, SP.

 
Presidente da ABES–SP participa da reunião do Comitê de Bacias Hidrográficas do Alto Tietê PDF Imprimir E-mail
Seg, 14 de Fevereiro de 2011 16:15

Na próxima quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011, o presidente da ABES-SP, Dante Ragazzi Pauli, se reunirá com o CBH-AT – Comitê de Bacias Hidrográficas do Alto do Tietê, como representante da socidade civil. O Comitê tem como objetivo debater e decidir questões ligadas aos recursos hídricos, como a proteção dos mananciais, redução das inundações e a garantia do pleno abastecimento de água à população. De acordo com Pauli, presidente da ABES-SP, essa reunião é extremamente importante, pois liga vários setores da sociedade com o governo. “Tudo o que as Câmaras Técnicas deste comitê discutem vai para essa plenária para aprovação ou não”, explica. Para a pauta da reunião, que acontecerá no auditório da CETESB, na capital paulista, estão previstas questões como: aprovação da deliberação que estabelece áreas de restrição e controle para a captação e uso das águas subterrâneas no município de São Paulo, na região de Jurubatuba; aprovação da deliberação que trata da estrutura e do funcionamento das câmaras técnicas do Comitê e dos subcomitês; entre outros assuntos. “A ABES tem um papel importante, por ser representante da sociedade civil. Levamos para o comitê as opiniões tanto da ABES, quanto dos nossos sócios e, uma vez lá, decide-se se é aprovado ou não” ressalta Pauli. De acordo com o presidente, a escassez de recursos hídricos é um problema para toda a sociedade e afeta milhares de pessoas. “É dever de todos a preocupação com a gestão de recursos hídricos”, finaliza.

 
Presidente da Abes SP, Dante Ragazzi se encontra hoje com Secretário Adjunto de Saneamento recentemente empossado, em reunião na Cetesb PDF Imprimir E-mail
Qua, 09 de Fevereiro de 2011 16:00

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ABES-SP sedia 1º Curso Internacional de Práticas para Redução de Perdas de Água PDF Imprimir E-mail
Ter, 08 de Fevereiro de 2011 14:38

No dia 9 de fevereiro de 2011, a ABES-SP – Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – Seção São Paulo, sediará parte do 1º Curso Internacional de Práticas para Redução de Perdas de Água.

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ABES abre Processo Seletivo Externo de Técnicos e Estagiários para atuação em Projeto de Saneamento com Comunidades Isoladas. PDF Imprimir E-mail
Ter, 18 de Janeiro de 2011 21:00
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